Durante todo o mês de março, a campanha Março Azul-Marinho mobiliza instituições de saúde em todo o mundo para alertar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de intestino, também conhecido como câncer colorretal. A iniciativa busca ampliar o acesso à informação e incentivar o cuidado com a saúde, especialmente por meio da atenção aos sinais que o corpo pode apresentar.

O Instituto Cirinho Sorrindo Pesquisa e Inovação reforça que a informação é uma das principais ferramentas no enfrentamento da doença. Por isso, orienta a população a ficar atenta a alguns sintomas que podem indicar alterações no intestino e que precisam ser avaliados por um profissional de saúde.

Entre os sinais de alerta estão a presença de sangue nas fezes, dor abdominal persistente, perda de peso sem causa aparente e anemia. Diante de qualquer um desses sintomas, a orientação é procurar atendimento médico o quanto antes para uma avaliação adequada.

O Instituto também lembra que, dentro do sistema público de saúde, a porta de entrada para o atendimento oncológico é a Unidade de Saúde da Família (USF). É nesse primeiro atendimento que o paciente passa pela avaliação médica e, se necessário, recebe o encaminhamento para exames ou para acompanhamento especializado.

Além da atenção aos sintomas, especialistas destacam que a prevenção continua sendo a melhor estratégia contra o câncer de intestino. reforça que a adoção de hábitos saudáveis pode reduzir significativamente os riscos da doença.

Entre as principais recomendações estão manter uma alimentação rica em fibras, com consumo regular de frutas, verduras e legumes, praticar atividade física de forma frequente, manter o peso corporal adequado e reduzir o consumo de carnes processadas. Também é importante evitar ou diminuir o consumo de bebidas alcoólicas e não fumar.

A campanha Março Azul-Marinho reforça que cuidar da saúde intestinal é um ato de prevenção e de responsabilidade com a própria vida. Quanto mais cedo o diagnóstico é realizado, maiores são as chances de tratamento eficaz e de recuperação do paciente.

Por Adriano Carneiro- Da assessoria