Com 95% de acerto, o RosalindTest surge como um aliado estratégico na detecção precoce do câncer de mama; tecnologia brasileira reforça a triagem, mas não substitui exames tradicionais como a mamografia.
No Instituto Cirinho Sorrindo, aprendemos em dez anos de acolhimento que a informação correta é, muitas vezes, o primeiro passo para a cura. Ao longo dessa década cuidando de pessoas e compartilhando suas dores e vitórias, entendemos que cada avanço da ciência é um sopro de renovação para quem enfrenta o câncer. Hoje, esse sopro vem da pesquisa brasileira com o desenvolvimento do RosalindTest, um exame de sangue que promete ser um “divisor de águas” na prevenção e no rastreio do câncer de mama.
O cenário ainda é desafiador: o câncer de mama continua sendo o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil e a principal causa de mortes por câncer nessa população. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam para cerca de 73 mil novos casos e mais de 20 mil mortes anuais. Diante desses números, a chegada de tecnologias acessíveis e menos invasivas não é apenas um progresso médico, mas um ato de cuidado com milhares de famílias que enfrentam junto como paciente essa jornada.
O RosalindTest® atua identificando sinais moleculares associados à doença através de biomarcadores na corrente sanguínea. Essa tecnologia, fruto de estudos profundos, consegue detectar como as células tumorais se comportam e crescem. Para a pesquisadora líder e cofundadora da iniciativa, Glaucia Raquel Luciano da Veiga, a missão do projeto sempre foi clara: “Transformar conhecimento científico em uma ferramenta acessível, capaz de apoiar decisões clínicas e fortalecer as estratégias de prevenção”, explicou ela.
Na prática, o exame funciona como uma triagem poderosa. Com uma simples coleta de sangue, ele busca identificar precocemente a presença da doença, apresentando cerca de 95% de precisão em estudos prévios.
A pesquisadora explicou ainda que o exame é um aliado e não um subitituto. “É fundamental destacar que o teste não substitui métodos tradicionais, como a mamografia ou a biópsia, mas serve como um aliado essencial para indicar quem precisa de exames confirmatórios com mais agilidade” ressaltou.
Para o Instituto Cirinho Sorrindo, divulgar avanços como este faz parte do nosso compromisso de “acolher para fortalecer”.
“Acreditamos que a tecnologia, quando aliada ao acompanhamento humanizado, transforma o medo em ação. Afinal, oferecer informações precisas é oferecer ferramentas de sobrevivência. Seguimos atentos, informando com responsabilidade e celebrando cada descoberta que, como o RosalindTest, coloca a vida e a esperança em primeiro lugar”, afirma Carla Pianesso, presidente fundadora do Instituto.
Por Adriano Carneiro- Da assessoria
Com Informações do Metrópoles
Imagem ilustrativa ISC

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