Estudo publicado nesta semana pela revista científica The Lancet, aponta  que quase metade das mortes por câncer no Brasil poderia ser evitadas: Em Sorriso (MT), o Instituto Cirinho Sorrindo reforça a importância da informação,  diagnóstico precoce e prevenção  para salvar milhares de vidas

Um estudo publicado nesta semana pela revista científica The Lancet trouxe um alerta importante para a saúde pública: cerca de 43% das mortes por câncer no Brasil poderiam ser evitadas. O levantamento mostra que, com diagnóstico precoce e acesso oportuno a tratamentos adequados, quase metade das vidas perdidas para a doença poderia ser preservada.

Mais do que números, esse dado representa histórias, famílias e sonhos que poderiam continuar sendo vividos. A informação reforça algo que especialistas e instituições de saúde vêm destacando há anos: prevenção, diagnóstico precoce e acesso ao tratamento salvam vidas.

O desafio do diagnóstico precoce

Segundo o estudo, dois fatores principais explicam boa parte dessas mortes evitáveis: o atraso no diagnóstico e as dificuldades no acesso a terapias modernas. Em muitos casos, o paciente chega ao sistema de saúde quando a doença já está em estágio avançado, o que reduz significativamente as chances de cura e limita as opções de tratamento.

É justamente nesse cenário que o trabalho do Instituto ONG Cirinho Sorrindo Pesquisa & Inovação ganha ainda mais relevância. Com sede em Sorriso, no estado de Mato Grosso, no Brasil, a instituição atua no acolhimento de pacientes oncológicos e na disseminação de informações que incentivam a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer. (ONG Cirinho Sorrindo)

Caminhos para mudar essa realidade

Especialistas apontam que a redução das mortes por câncer passa por três pilares fundamentais:

Exames de preventivo

Exames como mamografia, colonoscopia e avaliação da próstata são essenciais para identificar alterações antes mesmo do surgimento de sintomas. Detectar cedo aumenta significativamente as chances de tratamento e cura.

Educação em saúde

Conhecer os sinais de alerta, manter acompanhamento médico e compreender o histórico familiar ajudam a identificar riscos e agir com antecedência.

Acesso igualitário ao tratamento

Medicamentos inovadores, terapias modernas e tecnologias de diagnóstico precisam estar disponíveis para todos. O tratamento adequado deve ser um direito garantido a toda a população.

“No Instituto Cirinho Sorrindo, nós, há mais de 10 anos, acreditamos que informar também é cuidar. A entidade nasceu com o propósito de acolher pacientes e familiares, oferecendo orientação, apoio durante e pós o tratamento e ações de conscientização que fortalecem a prevenção e o diagnóstico precoce. Cada campanha, cada orientação e cada gesto de acolhimento fazem parte de um propósito maior: transformar medo em informação, e informação em proteção à vida”, explicou a presidente fundadora  Carla Pianesso.

Por Adriano Carneiro- Da assessoria

Imagem Ilustrativa

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