Com o aumento de casos no Brasil, instituição reforça a importância da informação e de hábitos saudáveis como principais aliados na luta contra a doença

 Diante das recentes estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), que apontam um aumento de 10% nos casos de câncer no Brasil para o triênio 2026-2028, o Instituto Cirinho Sorrindo faz um alerta à população sobre a importância da prevenção como ferramenta fundamental para salvar vidas.

Com números cada vez mais desafiadores, a instituição reforça sua missão de atuar não apenas no acolhimento de pacientes e familiares, mas também na disseminação de informações que incentivem mudanças reais no estilo de vida da população.

O Instituto destaca que, embora o diagnóstico de câncer seja um momento que exige força e suporte, a luta contra a doença começa muito antes, no dia a dia de cada pessoa. “Nossa atuação não se limita ao momento do tratamento. Ela começa na conscientização, naquilo que colocamos à mesa e nas escolhas que fazemos diariamente”, reforça a instituição.

Entre os principais fatores de risco, estão o sedentarismo e o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, ricos em substâncias artificiais. Esses hábitos têm contribuído diretamente para o aumento das doenças oncológicas nos últimos anos.

Por isso, o Instituto Cirinho Sorrindo incentiva práticas simples, mas eficazes, como a adoção de uma alimentação mais natural e a inclusão de atividades físicas na rotina. A orientação é clara: descascar mais e desembalar menos, priorizando alimentos que fortalecem o organismo e ajudam na prevenção de doenças.

Além de atuar na linha de frente do acolhimento, oferecendo suporte humanizado, atendimento ágil e encaminhamento para tratamento especializado, o Instituto reforça que prevenir é um ato de responsabilidade, coragem e amor próprio.

“Precisamos sempre relembrar: o acolhimento é o nosso abraço, mas a prevenção é a nossa maior vitória”, destaca a presidente fundadora do Instituto Cirinho Sorrindo.

Com esse posicionamento, a instituição reafirma seu compromisso de garantir que nenhum paciente enfrente essa jornada sozinho, ao mesmo tempo em que trabalha para que cada vez menos pessoas precisem vivenciá-la.

Por Adriano Carneiro –  Da assessoria